"O tempo é muito lento para quem espera,
muito rápido para quem tem medo,
muito longo para quem está triste,
muito curto para quem está feliz,
mas para aqueles que amam,
o tempo é a eternidade."
Henry Van Dyke
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Pratique o Desapego
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram.As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. - Fernando Pessoa
terça-feira, 23 de novembro de 2010
deixe morrer...
deixe morrer o sentimento e saia da minha mente... nós não nos vemos olho a olho, ou escutamos ouvido a ouvido. você não acha que podiámos esquecer aquele beijo e aceitar a verdade? ou então somente aceitar que não estamos apaixonados, você pelo menos não está. a parte mais triste de um coração quebrado, não é o final, e sim o começo, é quando você usa mentiras pra me conquistar. foi difícil dizer como eu me sentia, por não reconhecer a mim mesma, eu comecei a desaparecer... mas tenho certeza que não fui a única que não me reconheci, pois você nunca foi você mesmo. mas agora eu sei o que eu não quero,e isso eu aprendi com você. a parte mais triste de um coração quebrado, não é o final tanto quanto o começo, a tragédia começa do primeiro brilho perdendo sua cabeça pelo amor de seu coração.
domingo, 21 de novembro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Sozinha, meu pensamento focaliza em alguém. Deixo-o livre, e de repente meu coração aperta. Mas não estou triste, pelo contrário, deixo escapar um sorriso. Comer não me parece tão importante, agora me sinto alimentado por outra coisa. Acordo sempre com os mesmos pensamentos, e os mesmos me impulsionam a ter um grande dia. Quando te vejo sinto coisas estranhas, mas boas. Quando falo com você minha cabeça pensa direito, mas minhas palavras saem embaralhadas, e minhas mãos ficam suando. Meu pensamento focaliza alguém, esse alguém é você. É, estou amando.
sábado, 17 de julho de 2010
Ser ou não ser de ninguém?
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo para reclamar de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.
Beijar na boca é bom? Claro que é! Manter-se sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que "toda ação tem uma reação"? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de cultivar a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu - afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga apenas o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi transmitida nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo) vendem (na maioria das vezes) a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.
Beijar na boca é bom? Claro que é! Manter-se sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que "toda ação tem uma reação"? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de cultivar a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu - afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga apenas o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi transmitida nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo) vendem (na maioria das vezes) a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.
sábado, 26 de junho de 2010
fica a dica
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá e certifique-se de que quando estão juntos aquele abraço vale mais que qualquer palavra...
domingo, 20 de junho de 2010
não consigo me resolver, teus beijos são doces mentiras que não me dão nenhum alívio. ai, o que você está tentando fazer? vivendo nas suas tramas, a dor cresce dentro de mim e é suficiente pra me fazer chorar. por que você tem que ser único que não percebe o quanto eu o quero? você está me deixando doida, estou me segurando. mas quando seu mundinho não estiver mais funcionando, não serei um vulto, serei a garota que te amou por dentro e por fora, pelo passado e futuro e que provavelmente você perdeu. por que? todos sabemos, mas você fingi não saber enquanto eu finjo não me importar.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Oculto
Já não se pode confiar no confiável, a ilusão anda cada vez mais próxima do que imaginamos.
O concreto já não existe mais, o nada preenche o oco de forma a fazer esquecer que tal um dia já existiu.
Já não enxergo as mesmas cores, nem tenho as certezas que tinha antes, nem sei se me sobra algo para oferecer a alguém.
As pétalas que caem das flores que me deste, marcam os dias em que me nego a ir ao seu encontro, simplesmente por não querer olhar-te nos olhos e ver, que assim como tudo mais que me cerca, você também não é aquilo que eu pensei que fosse.
O concreto já não existe mais, o nada preenche o oco de forma a fazer esquecer que tal um dia já existiu.
Já não enxergo as mesmas cores, nem tenho as certezas que tinha antes, nem sei se me sobra algo para oferecer a alguém.
As pétalas que caem das flores que me deste, marcam os dias em que me nego a ir ao seu encontro, simplesmente por não querer olhar-te nos olhos e ver, que assim como tudo mais que me cerca, você também não é aquilo que eu pensei que fosse.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
keep romance alive
I figured love would shine through, we've lost romance this world has turned so see
through. open your mind, believe it's going to come to, keep romance alive and hope he's going to tell you
through. open your mind, believe it's going to come to, keep romance alive and hope he's going to tell you
terça-feira, 25 de maio de 2010
amor
o amor, seja como for,é o amor.
estou vendo o amor
irritada, desapontada,
mas também vejo outras coisas:
vejo corpos, vejo almas
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que não ouso compreender...
estou vendo o amor
irritada, desapontada,
mas também vejo outras coisas:
vejo corpos, vejo almas
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que não ouso compreender...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
as pessoas parecem te amar, elas gravitam ao seu redor, e eu simplesmente ignorei você por completo. eu não sei por que senti necessidade de manter isso por tanto tempo. é tudo minha culpa, me desculpe, você não fez absolutamente nada de errado. eu não sei por que eu senti necessidade de prolongar isso. toda a dor que eu causei a você, o constante derramamento de todas essas lágrimas... acredite quando eu digo que não posso me desculpar o suficiente sendo que tudo o que você sempre quis de mim, era um pouco
do meu amor. e se não for tarde demais você poderia, por favor, do fundo do seu coração tentar e voltar, voltar para o começo.
do meu amor. e se não for tarde demais você poderia, por favor, do fundo do seu coração tentar e voltar, voltar para o começo.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Eu nunca o compreendi antes, nunca soube para que o amor servia. meu coração estava partido, minha cabeça estava doendo. presa ao passado, eu já não acreditava mais em destino. até que eu levanto os olhos e você está ali, parado ao meu lado. que sensação! é como se amor queimasse mais brilhante que a luz do sol, muito mais brilhante. eu não me importo, não me importo com mais nada pois eu sou sua e, de repente, você é meu. inacreditável, mas de repente você é meu... e isso é mais brilhante que a luz do sol. eu não vi acontecer, eu tinha desistido e cedido. eu simplesmente não poderia suportar a dor de novo. eu não tive a força para lutar. mas, de repente, aquilo pareceu tão certo, eu e você como se nada tivesse acontecido, e então eu percebi que estava bem, não curada, mas sim perfeita, pronta para sentir novamente o tal amor, o amor que vai permanecer, não mais como um mistério, mas sim como ele deve ser. me dê a sua mão e você verá, que o seu coração está batendo no ritmo do meu, no ritmo do amor.
domingo, 18 de abril de 2010
hoje eu percebi algumas coisas que por mais que estivessem na cara, eu nunca havia percebido. a primeira delas é, a gente nunca tem certeza do amanhã, e queria eu ter a certeza de que amanhã eu não irei acordar, e tudo o que eu vivi e estou vivendo fosse só mais uma fase. queria eu ter a certeza de que tudo o que eu disse não foi em vão. E digo isso porque hoje eu acordei, e vi as coisas de um modo diferente, de um modo que eu não via a 24 horas atrás. a segunda foi que o amor tem inicio, meio e não tem fim -infelizmente- e eu sei o quão é dificil você esquecer a pessoa amada por mais que você saiba que não pode fazer mais nada pra estar com ela. o amor é o sentimento mais forte para os que o sentem. e a terceira é que nada é por acaso e nem precisa ter razão. um dia eu fui pra um show de uma banda que eu nao curtia muito, mais eu fui. chegando lá como em todo show voce conhece muita gente, e as vezes fica com alguém. e foi aí que eu conheci ele, o menino que me fez saber como era amar e ser amada, pena que não durou como a gente queria, e o pior disso tudo é saber que eu realmente não posso fazer nada pra amenizar o que eu sinto, e o que eu sofro, porque querendo ou não a gente não manda nos sentimentos. mas as vezes eu me pergunto " e se eu não tivesse ido ao show?", "e se por algum motivo eu nao tivesse conhecido ele ?", hoje em dia eu não estaria sofrendo, mas eu não teria conhecido o amor. o amor é lindo, sutil e intenso, mas quando verdadeiro. eu honestamente agradeço por o ter conhecido,e em relação a dor, ela é só mais uma prova de que tudo foi real. bj
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